"Eu vejo os olhos, no escuro de quem não crê
Fechados e tristes, como o vão de quem o vê
E os mortais miram em sua direção, o querem ter?
Mas quem quereria tal condição, falta um ser
Afinal, o que diria a expedição no dia D?
Se todos os caminhos me mostram o que não cri
Quando as esperança me levam onde nem vi
É que percebo que talvez eles estejam em ti
Um caminho que não braveja no vão em si
Parece que neste caminho finalmente encontrei
Bela flor, no jardim que ainda quero conhecer
E se o caminho me levar até onde eu já cheguei
O riso doce substiuirá o amargo choro de viver
Sem milhares de melodramas, apenas vidas e ilusões
Nem aquelas de propagandas viram o seu sorriso
E quando eu o encontro, vejo apenas sonhos bons
Ainda hoje me questiono se não és o que preciso..."
"Teus olhos refletem a alma do mar
O brilho da lua, estrelas de verão
Estão onde eu queria poder estar
Ao teu lado, segurando tua mão
Andando pelo infinito de cores
Sem pensar nunca mais em voltar
E pensar que nosso caminho de flores
É banhado com o som de um doce luar
Olhar em tua alma, em teu corpo
Falar doçuras no silêncio das ondas
Aquelas de um simples poeta torto
Estar ao teu lado, sempre de ronda
Ser mão e Te segurar se fores cair
Ser boca para falar o que tiver direito
Ser pé e te levar para onde quiseres ir
Ser coração para bater no teu peito"
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